Meu coração parou de bater,
Senti que lágrimas desprendiam-se de meus olhos,
Lágrimas rubras que mancharam meu rosto.
Manchas que ficariam em meu coração e também em minh’alma
Essas lágrimas que mostravam fisicamente
O que era espiritual,
A enorme dor sentida por um demônio,
Por não ter seu anjo amado.
Eu nunca fui digno desse anjo,
Porém um dos defeitos e qualidades da humanidade,
A esperança, foi instalada em meu ser,
Essa que iludiu-me e me fizera fugir da realidade.
Sentimentos são a ilusão cruel na qual cai,
Onde vi o sofrimento humano,
Onde vi que eu nunca seria livre de minhas feridas
Que continuariam abertas eternamente.
Meu destino agora é vagar pelas trevas,
Lugar de que provenho, lugar onde renasci.
Sou o mensageiro da morte,
Levarei a todos o fim a que eu gostaria.
Sou hoje todo trevas e dor,
Morte da esperança,
Fim dos tempos.
Principio do sofrimento e de minha desgraça.
Buscai a todos,
Nunca encontrarão nenhum demônio como a mim,
O único fraco para arrepender-se de seu ser
De seu sentir, de simplesmente amar
A aquela a quem nunca poderá ter.
Busco hoje somente a paz,
Pois sei que a felicidade
Nunca será dada a mim ,
Um ser negro renegado a sofrer eternamente.
Desejo pura e simplesmente,
Descansar eternamente sob minha lapide.,
Entregar-me a aquela a quem sirvo,
E esquecer a tudo e a todos,
Para que minha existência não cause mais desgraças.
Para que eu não me machuque mais.
Gostaria de poder escolher,
Porém por renegar minha natureza,
Fui condenado: Nunca serei um humano,
Nem tão pouco o demônio a quem todos esperam.
Sou somente um anjo caído,
Em meio a seu sangue e dor continua
Que fará com que eu continue atormentando almas inocentes
Sou a questão sem resposta,
A dualidade, o caos, o sofrimento de todos.
Inconstância sob a forma humana.
Hoje não tenho mais nada.
Meus sonhos foram despedaçados,
Como se fossem uma piada.
Hoje as ilusões de um objetivo,
Não são nada para mim,
Pois, nada mais importa.
Leva hoje o que tenho
Como disse nada me importa
Levai meus bens, minh’alma,
Minhas lembranças,
Das dores, alegrias, conquistas e sofrimentos
De uma vida a qual não soube viver.
E que assim eu descanse sob a minha fria lapide
E que nesse instante a humanidade tenha a paz esperada

Artista:Nevermore
Album Enemies of Reality
Música: Enemies of Reality
We are the nothing grating against the norm
We are the something that will not conform
No one understands what we've been given
We are the useless by-products of soulless meat
We are all gone we all sing the same tragedy
Open wide and eat the worms of the enemy
We are the enemies of reality, in a world that's unforgiving
Waiting to sanitize bastard tongues
To purify the ignorance that hides the sun
The less you understand the more you're driven
Packaged and processed the masses are force fed
The standards they judge us on swallow the rot we shed
Open wide and eat the worms of the enemy
We are the enemies of reality, in a world that's unforgiving
Breathing dust and decay while I'm sipping
Human trust and betrayal
Losing faith once again
Take my hand my friend, my foe, I am enemy
Open wide and eat the worms of the enemy
We are the enemies of reality, in a world that's unforgiving
Open wide, eat the words, become what you most fear